Chapolim, quem pode me ajudar?

Pôxa , quantas são as vezes que gostaríamos de ter alguém nos ajudando em algo? E se esse algo tivesse a ver com ter um melhor desempenho e obter resultados mais positivos em várias questões de nossas vidas? E se estas questões tiverem a ver com obtenção de resultados nas questões profissionais?


Pois é... Debates e discussões sobre estar certo ou não, “coaching” está aí para isso... Mas, ultimamente, uma nova palavrinha vem aparecendo forte que é a mentoria (“mentoring”) e outra, talvez um pouco mais elitista, aparece também, que é o aconselhamento (“counselling”).


Meu propósito aqui é explicar um pouquinho sobre cada um deles.


Consulta rápida no Google, mas com certa curadoria...


Se traduzirmos “coaching” para o português, será algo perto de treinamento. “Coach”, no ambiente do esporte, por exemplo, é o treinador. Mas, se vocês olharem no dicionário inglês/português, “coach” também significa carruagem.


Num momento de minha vida, quando estava em formação como coach, o instrutor fez uma analogia linda, dizendo que o processo de “coaching”, a exemplo da carruagem, levava alguém de um local a outro. No artigo citado (https://fia.com.br/blog/coaching/), entendemos que coaching é um processo onde um profissional certificado apoia seu cliente, através de técnicas, a desenvolver alguma habilidade/comportamento que foi escolhida pelo cliente. O “coach” não precisa, necessariamente, ser expert naquele objetivo traçado pelo “coachee” (cliente), mas sim, precisa estar apto a usar técnicas e propor exercícios que despertem, no cliente, a construção de soluções para o alcance do objetivo. O “coach” não ensina e não orienta... o “coach” desafia, principalmente através de perguntas, que seu cliente saia de um lugar e chegue em outro... Principal elemento aí: O cliente precisa querer... precisa traçar seu objetivo (ou ser ajudado a traçá-lo) e se estruturar e aplicar sua energia nos testes de soluções, até meio que na tentativa e erro, e analisar os resultados e as aprendizagens.


“Coaching” não tem a ver com terapia/psicologia e sim com estimular o outro a aprender, conscientemente, a criar e aplicar estratégias para conseguir o que deseja.

É interessante que este processo ocorra em sessões e que, entre elas, existam “lições de casa” para que o “coachee” vá fazendo algo proposto (colocar em prática um plano de ação, por exemplo...) e percebendo o que vem acontecendo em consequência! Incorporando as aprendizagens no dia-a-dia!

Querer fazer um processo de “coaching” é aceitar um processo de evolução, um processo de desenvolvimento pessoal.


Inevitavelmente, entrar em um processo como este, gera um vínculo de confiança entre os “atores destas cenas”!!!!! O grande desafio fica em a dupla ir desenvolvendo mecanismos para que o coachee consiga, no futuro, desenvolver seu próprio repertório, e achar seus próprios caminhos!!!!

No próximo texto, falarei sobre “Counselling”. Até lá!!!!


Por Lígia Mardiression


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