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Como estão as nossas relações?

A colaboração restaura a dimensão do humano nas relações sociais e profissionais, organiza e sistematiza uma abordagem que favorece o despertar do que é mais genuíno nas pessoas, grupos e organizações, inspirando o desenvolvimento do “melhor” em cada indivíduo, ao invés do “ser melhor” que os outros. Compreender sobre a colaboração nos permite fortalecer nossas relações, percebendo nossas posições, abrindo espaço para o outro, contribuindo para a geração do bem-estar comum.


Colaborar significa, ainda, gerar abundância, na qual o resultado é maior do que a contribuição individual e, para isso, exige um propósito comum que seja capaz de unir as diferenças. Na colaboração, pessoas passam a se desapegar, a ceder, em prol do propósito maior. É importante que entendamos isso para nos permitir sair do modo competição pessoal para o qual fomos formados, em uma visão de escassez.


Reconhecer o outro é constatar que não somos sozinhos e aceitar que somos diferentes e complementares. O que nos incomoda individualmente não é a diferença no outro, mas o que não conseguimos, de fato, aceitar. Se trata de valorizar a experiência de cada um, buscando agregar novos conhecimentos, aprendendo o tempo todo.


Tudo o que nós vemos e observamos é filtrado por nossa lente, por nossa experiência pessoal, carregado de crenças pessoais. Para as ciências da mente, tudo que experimentamos resulta da perspectiva de cada um. Mesmo em um mundo onde a informação está disponível a quase toda a população do planeta, quando nos conectamos por redes sociais, as experiências pessoais ainda são limitadas às nossas escolhas. As tecnologias crescem exponencialmente e as máquinas estão entendendo o comportamento de milhões de pessoas, gerando aprendizado, sendo esse mecanismo utilizado para filtrar o que vemos a partir daquilo que sintonizamos e preferimos.


Como estão suas relações reais? O que é possível aprender com cada pessoa real da sua rede? Quem é o outro para você: um competidor ou um semelhante em busca da própria felicidade?


Por: Reinaldo Rachid

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