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Piegas? Porém necessário...

Todo ano o mesmo sentimento... Terminando! Arquivos sendo fechados, colegas limpando suas mesas, despachando ainda alguns últimos documentos e meio que jogando fora aquelas folhas A4 que saíram erradas da impressora, mas, por dó, a deixamos de rascunho, para nunca mais usá-las.




Reuniões de “update” de projetos e, no final delas, uma fala de agradecimento pelo ano vivido e desafios superados. Alguns ousam mais e até estouram um espumante para fazer um brinde e desejar um futuro ano melhor.


Muitos “happy hours”, pessoas se encontrando, fazendo festa. Abraços mil e juras de se encontrarem mais vezes durante o próximo ano... #quemnunca?


E aí? Teve um “revival”? Sua mente viajou para o passado? Para você, a exemplo do que aconteceu para mim, pareceu ser uma lembrança de um outro mundo? Pois é... Sorriu? Eu não!


Como meu último artigo deste ano louco, minha reflexão está na aprendizagem pandêmica acerca das relações humanas.


Nunca fui uma pessoa de festa ou de grande socialização, porém, especialmente no final do ano, próximo ao meu aniversário (23/12... aceito mensagens!), eu e alguns poucos seres humanos nos juntamos para confraternizações. São pessoas especiais, que a vida foi me apresentando durante os anos e que, juntos, criamos algo: projetos de trabalho, grandes sessões de confidências e elucubrações sobre a vida ou até mesmo somente, e não menos importante, barrigas infladas pela saciez após um “baita” churrasco com cerveja!

A lição está em como estes laços, com estas pessoas, se mantiveram intactos ou se fortaleceram durante estes meses de privação de abraços. Independente da presença física, imagens e vozes pelo Zoom ou letrinhas no Whatsapp supriram a carência e nos fizeram apurar a percepção, uns dos outros, sobre traços do comportamento de cada um. Quantas não foram as vezes que a ausência de resposta num chat ou a câmera desligada no Zoom não foram interpretados como um pedido de ajuda, ou um momento de tristeza e a necessidade de envio de boas vibrações para recarregar as baterias? Muitas!!!


Para mim, a lição que fica é que, o convite que a Pandemia fez para que cada um se conectasse consigo próprio, foi interpretado por mim de maneira diferente. Entendi que ao me conhecer melhor, em minhas ações, reações e comportamentos esquisitos, consegui também apurar meu olhar para o comportamento e estado do outro e aí ter mais subsídios para escolher interagir ou não, nem que esta interação tenha sido ou será um “Feliz 2021! Qualquer coisa que precise, estou aqui...”


Meu desejo é que seus laços, com todos os seus queridos, sejam cada vez mais fortes no próximo ano e em todos que virão! E que laços fortes sejam componentes de uma grande rede de apoio para o que der e vier!


Por: Lígia Mardiression

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